Pular para o conteúdo principal

Máquinas de sucos naturais se espalham pelos supermercados

O mercado de sucos prontos para beber vem mostrando força no Brasil e a medida em que o consumidor busca produtos mais naturais, com apelo saudável e até mesmo com ingredientes funcionais o sortimento cresce, abrindo um verdadeiro leque de oportunidades tanto para o varejo.

Em 2014 o segmento de sucos naturais representava 5% do total do setor, segundo dados Nielsen. Atualmente essa fatia de mercado aumento e hoje é de 30% em termos de faturamento no comparativo ao setor como um todo.
Nos supermercados, o hábito de fazer seu próprio suco de laranja em uma máquina instalada no meio do ponto de venda começa a crescer. Já são várias redes por todo o Brasil que instalaram máquinas para extração do suco.

A máquina disponível ao varejo brasileiro é a Speed Pro Plus, fabricada pela Zumex, exatamente a mesma que faz sucesso nos supermercados da Espanha. Pelo modelo de negócios, a Alteso compra o equipamento, que é alugado aos supermercados.
 
Mas a parceria entre o fornecedor e o varejo não para por aí: a própria Alteso vende as garrafas pet personalizadas com a logomarca da bandeira do supermercado, de acordo com a demanda – em média são 1,2 mil a 1,3 mil garrafas de suco de laranja por loja ao mês.

A margem para o supermercado é três a quatro vezes maior do que do suco industrializado vendido em gôndola.
 
Na Europa, por exemplo, o suco fresco espremido nas lojas teve aumento de 12% em litros e um crescimento de 15% em termos de valor; números positivos que contrastam com a queda de 4,2% em volume do setor de suco industrializado.

Esses dados mostram que, embora os consumidores continuem demandando sucos, eles os preferem cada vez mais na sua forma mais natural, obtida através de uma experiência de autoatendimento, na qual o usuário é responsável por sua elaboração, segundo dados internos da ZUMEX.

Postagens mais visitadas deste blog

Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT tinha um amante

Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes apresentou ao governador Eduardo Leite, sexta-feira, o protocolo de intenções que demonstra o interesse de grupos privados russos em investir um total de R$ 3,56 bilhões na construção de um porto em Arroio do Sal, Litoral Norte do RS. O investimento, inicialmente projetado em cerca de 1 bilhão de dólares pelo secretário do Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca de Arroio do Sal, Luis Schmidt, pode chegar a US$ 2,8 bilhões. A prefeitura já concedeu viabilidade econômica para o projeto. São necessárias outras liberações. Além dos investidores russos, há investidores brasileiros, como a Doha, com experiência em portos, o Grupo Del Rio, a IG Consultoria e a GS Business. A intenção do grupo, segundo o prefeito Bolão, é instalar a pedra fundamental da obra em março de 2020.