Ou a regra vale pra todos ou fim de jogo

Absolutamente inimaginável retirar os Estados e os Municípios das nova Previdência. Não tem como. É inviável. Prefeitos e governadores teriam que votar leis próprias em suas respectivas assembleias, o que aumenta o desgaste político. Não haveria como.

Imagina o custo de tempo e dinheiro de todo o processo legislativo que levaria a negociações das mais diversas, gerando debates intermináveis, embates com sindicatos e servidores, sob o mesmo tema, em cada um dos estados da federação e em cada um dos mais de 5 mil municípios do Brasil.

Precisamos solucionar a questão previdenciária nos estados e municípios. Só no Rio Grande do Sul, metade da receita líquida de ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços] está sendo consumida pelo déficit previdenciário. São R$ 12 bilhões que o povo gaúcho paga através da falta de investimentos em saúde, infraestrutura e educação. A cada real pago em impostos pelo cidadão gaúcho, em vez de retornar para ele em serviços, metade está sendo drenado pelo sistema previdenciário”, disse o governador Eduardo Leite hoje em Brasília.

A reforma da Previdência é amarga, pois ninguém gostaria de precisar trabalhar mais. Mas já que é necessária, é preciso que o sacrifício seja de todos, ou seja, completa!

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