Governador apresenta neste sábado novo modelo de distanciamento social controlado


No mundo da gestão de pessoas, competência é o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que caracterizam aptidões que os colaboradores precisam ter para contribuir com a organização. O Governador do RS, Eduardo Leite uniu seu conhecimento, habilidade, inteligência e preparo, para formar uma equipe de assessores e até secretários com aptidões e competência para preparar um plano exemplar e robusto de enfrentamento a pandemia do coronovirus. Em pouco tempo o modelo do governador e de sua equipe se tornaram objeto de consulta para diversas autoridades públicas no pais.

Leite foi hábil e rápido ao elaborar um modelo com diversos indicadores e variáveis que se não são 100% assertivas, são excepcionalmente válidas para a tomada de importantes decisões.

O interesse pelo modelo já levou representantes de pelo menos outros sete Estados a procurar detalhes da nova estratégia. Para especialistas, a iniciativa gaúcha tem potencial para apontar um novo rumo ao país na luta contra a doença.

O chamado distanciamento controlado, que deverá ser apresentado de forma mais detalhada neste sábado, prevê diferentes níveis de alerta por região — que resultam em restrições mais ou menos severas à mobilidade social — com base na taxa de transmissão da doença e na capacidade de atendimento de cada local. Também estabelece ações de prevenção específicas conforme o tipo de atividade econômica e sua relevância.

Para chegar a esse plano, dois estudos internacionais publicados em abril também serviram de base: "Como reabrir economias nacionais durante a crise do coronavírus", da consultoria americana McKinsey & Company, e "Restrição do contato social durante a pandemia de covid-19: risco de transmissão e benefício social de lugares nos EUA", do Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Embora a literatura e as pesquisas sobre o comportamento o vírus e os exemplos de enfrentamento já adotados em todo o mundo estejam disponíveis, não são todos os gestores públicos que tiveram a capacidade de depurar essas informações e montar rapidamente um modelo adaptado para a sua realidade que seja funcional e eficiente.

Tomara que o exemplo do RS seja tão exemplar, o suficiente para poupar o máximo de vidas possível.

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