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A importância da liberdade, do trabalho, do mérito, do valor único de cada indivíduo

O grande derrotado nas eleições municipais de 2016 – em que o partido encolheu drasticamente em número de prefeitos e vereadores –, o PT segue buscando compreender o que saiu errado. A Fundação Perseu Abramo, instituto pensador petista, realizou uma pesquisa com moradores de bairros periféricos e favelas de São Paulo, pessoas que votaram no PT entre 2000 e 2012, mas rejeitaram Dilma Rousseff em 2014 e Haddad em 2016. O resultado ofereceu boas conclusões aos pensadores do partido. Uma delas é a rejeição ao discurso da “luta de classes”. Por mais que anos de pregação petista tenham tentado incutir na população, especialmente a mais pobre, a rivalidade entre patrão e empregado, os pesquisadores descobriram que, esse discurso – que na boca do ex-presidente Lula chegou a extremos – não convenceu. A rejeição ao discurso da “luta de classes”, ficou evidente. Empresários e funcionários estão “no mesmo barco”, na expressão empregada pela pesquisa, e dependem uns dos outros para prosperar. O empreendedorismo, aliás, é uma das aspirações de muitos dos entrevistados, que acreditam no valor do trabalho duro, na meritocracia e nas oportunidades oferecidas quando se é dono do próprio negócio, mais que em programas sociais (cuja importância, no entanto, é reconhecida). A verdadeira batalha, para os moradores das áreas pobres, não se dá entre elite e povo, direita e esquerda, patrão e empregado, mas entre Estado e indivíduo. As informações são da Gazeta do Paraná. 

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes apresentou ao governador Eduardo Leite, sexta-feira, o protocolo de intenções que demonstra o interesse de grupos privados russos em investir um total de R$ 3,56 bilhões na construção de um porto em Arroio do Sal, Litoral Norte do RS. O investimento, inicialmente projetado em cerca de 1 bilhão de dólares pelo secretário do Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca de Arroio do Sal, Luis Schmidt, pode chegar a US$ 2,8 bilhões. A prefeitura já concedeu viabilidade econômica para o projeto. São necessárias outras liberações. Além dos investidores russos, há investidores brasileiros, como a Doha, com experiência em portos, o Grupo Del Rio, a IG Consultoria e a GS Business. A intenção do grupo, segundo o prefeito Bolão, é instalar a pedra fundamental da obra em março de 2020.

Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT tinha um amante

Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp