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Novo presídio de Bento já tem empresa definida para construção

A noticia é boa. Empresa que vai construir novo presídio de Bento Gonçalves é a mesma que fez o de Canoas. Foi publicada pelo site GauchaZh. Segundo consta já está definida a empresa que fará a construção do novo presídio de Bento Gonçalves. A estrutura será erguida pela empresa Verdi Sistemas Construtivos, de Ivoti, a mesma que fez a penitenciária de Canoas. A Secretaria de Segurança Pública do Estado diz que a empresa detém tecnologia exclusiva, certificada pelo Tribunal de Contas da União, e por orientação da Procuradoria-Geral do Estado o processo poderá ser efetuado por meio de inexigibilidade de licitação. Desde os anos 2000, a empresa se dedica a construção de penitenciárias e tem mais de 90 unidades concluídas em diversos estados brasileiros. Ao lançar o contrato por inexigibilidade o trâmite processual é bem mais rápido, significa dizer que em breve já será possível iniciar as obras. Para viabilizar a nova penitenciária, a empresa fará a obra em troca do terreno do atual presídio e duas áreas que pertencem ao Estado: o prédio onde fica a delegacia do Daer no município e a casa oficial do superintendente. O valor projetado para a obra é de cerca de R$ 27 milhões. Os imóveis estão avaliados em R$ 40 milhões. A empresa só vai assumir a obra, não cuidará da administração do presídio. A previsão do governo do Estado é de que a permuta dos imóveis seja realizada até a segunda quinzena de outubro. Após a conclusão da permuta, será feita a assinatura de contrato e início das obras, que devem durar oito meses, segundo projeta o governo do Estado. A empresa chegou a afirmar para a prefeitura de Bento Gonçalves que, com a terraplenagem pronta, são capazes de entregar a obra em 260 dias, porque trabalham com sistema modular. Os módulos são fabricados na empresa de acordo com as especificações da Susepe e depois são montados no local. O modelo de permuta foi um golaço da administração do prefeito Pasin que encontrou uma solução viável para que o Estado não precise aportar dinheiro do caixa para fazer a obra. Basta vontade política e diálogo.

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