Banalização para ocultar interesses inconfessáveis

Conviver com divergências estão cada vez mais difíceis na atualidade. Pedir impeachment sem fundamento, e, de repente, tal qual um julgamento injusto, é um ato de extrema irresponsabilidade, para não dizer criminoso. Chega a ser ridículo. Uma banalização!

Desde o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff que este instrumento está sendo banalizado e usado com o propósito de ocultar razões inconfessáveis. Parece que estamos, enquanto sociedade, submersos no que podemos chamar de cultura do ridículo, que passa a ser considerada normal. A banalização do impeachment cria um precedente extremamente perigoso para a democracia brasileira.

A oposição derrotada, a mídia partidarizada, vêm se dedicando a cevar uma crise política permanente. Parece que o único que importa é derrubar um governo legitimamente eleito a qualquer custo e sob qualquer pretexto. Afinal escusas jurídicas, tecnicalidades jurídicas, sempre podem ser facilmente arrumadas, porque o que interessa é encobrir a ausência de mérito, a ausência de crime.

As instituições necessitam de serenidade neste atual tempo de crise. A disputa política deve voltar ao patamar da respeitabilidade das instituições e estas devem parar de ser instrumentalizadas.

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