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Bento, Pasin, Mourão, Fenavinho...História

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Bento viveu nesta sexta-feira(14) um dia histórico. Há mais de três décadas uma das mais altas autoridades da república não vinha à Bento Gonçalves. O último talvez tenha sido o General João Baptista Figueiredo. Antes dele Geisel e depois dele, ninguém mais.

O General Hamilton Mourão, vice-presidente da república, talvez não tenha a exata compreensão do significado que sua presença em Bento Gonçalves, represente.

Talvez muitos dos que estavam lá, na cerimônia de abertura da Fenavinho, também não tenham.

Há, porém uma certeza. Não há ninguém mais plenamente realizado e contente do que o prefeito de Bento Gonçalves, Guilherme Pasin. Aliás, contentamento, é bom que se diga, é o prazer resultante da realização daquilo que se espera ou do que se deseja. Melhor dito: daquilo pelo que se trabalhou e conquistou.

Pasin trabalhou e conquistou.

Tudo aquilo que aconteceu hoje passa exclusivamente pela liderança, capacidade de articulação política, trabalho, foco, e determinação de um prefeito que em pouco mais de sete anos recolocou Bento no caminho do desenvolvimento, da prosperidade e do progresso.

Que transformou decepção em esperança e esperança em confiança. Que com serenidade e muito trabalho está escrevendo uma história diferente, estabelecendo um novo tempo para Bento Gonçalves.

A volta da Fenavinho, assim como de outros tantos valores que estavam perdidos e esquecidos, em Bento Gonçalves, é a força de uma ideia. A crença na força da organização popular. Na crença de algo que une a todos. É sinônimo de mudança. Certeza desse novo tempo.

Bento vive um novo momento. Foi com essa esperança por dias melhores e dedicação ao trabalho que hoje Bento é um município sem igual no país. 

Parabéns ao Prefeito!

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