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Bentogonçalvense faz sucesso no Rio como bartender do ano

Descendente de italianos, nascido em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, ele queria ser ator. “Adoro teatro, vim para o Rio em busca desse sonho”, lembra. O apelido de infância virou nome artístico, de fato, porém Marcelo Forti, mais conhecido como Lelo Forti, hoje brilha em outro palco. Atrás do balcão do Stuzzi, no Leblon, diante de cinco bancos disputados a tapa, inventa drinques em série depois de fazer apenas duas perguntas. “Procuro descobrir de que sabor o cliente gosta, cítrico, doce, amargo, e se ele tem alguma base alcoólica de preferência”, resume. Em seguida, é a vez da surpresa na forma de receitas que não raro deliciam o freguês. Dica: essa experiência única costuma ser mais viável de terça a quinta, antes das 21 horas. Nos demais dias e horários, a casa lota, muita gente bebe na rua e sugestões da carta de bebidas dominam os pedidos.


Há duas décadas, quando investia nas artes cênicas, o jovem gaúcho começou a trabalhar à noite para pagar as contas. Seu perfeccionismo renitente e a revelação de um insuspeitado talento para as coqueteleiras o empurraram de vez para trás dos balcões. No início dos anos 2000, Forti, então cabeludo e histriônico, chamou atenção fazendo piruetas com garrafas no extinto J Bar, no Jardim Botânico. Tornou-se embaixador da Absolut — rodou o país para ensinar preparos com vodca — e criou o Club do Barman, plataforma de profissionalização da atividade. A trajetória de mestre no ensino e na confecção de coquetéis continuou na Mixxing, parceria dele com Alex Miranda, misto de escola e bar que se tornou célebre na noite carioca e o levou ao Stuzzi do Leblon. Lá, Lelo Forti e três assistentes preparam cerca de 4 000 drinques por mês. Nada mau para o ator iniciante que fazia pontas na TV — ele apareceu em capítulos da novela A Lua Me Disse, exibida na Globo em 2005. Lelo Forti acaba de ser eleito bartender do ano na edição da Veja Comer e Beber Rio 2019.( Com conteúdo da Veja);

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