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Trump quer mesmo derrubar o protegido de Putin?

Em retaliação ao ataque químico que matou ao menos 80 pessoas na Síria, o presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou o lançamento de 59 mísseis contra base militar do regime do ditador Bashar al-Assad. O país árabe passa por guerra civil há seis anos. Na terça, uma ofensiva com gás tóxico contra cidade dominada por opositores de Assad deixou dezenas de vítimas, entre elas várias crianças. “Assad sufocou homens, mulheres e crianças inocentes. Até mesmo lindos bebês foram cruelmente assassinados neste ataque bárbaro”, disse Trump. “Nenhum filho de Deus deveria jamais sofrer horror tão terrível.” Segundo o presidente, é “interesse vital da segurança nacional dos EUA” evitar ouso de armas químicas. O Pentágono afirma que 59 mísseis Tomahawk foram lançados de dois navios de guerra e atingiram a base aérea de Al Shayrat, em Homs. De acordo com o governo, nenhum avião ou material militar da Rússia — que apoia o regime — foi atingido. Moscou teria sido avisada antes do ataque. A ação dos EUA põe russos e americanos em rota de colisão. A cartada final para tirar Assad do poder implicaria tropas em solo. Mas Trump quer mesmo derrubar o protegido de Putin? Além de brigar com uma potência nuclear, haveria a chance de humilhar um Putin sem condição de reagir devido à penúria econômica. As ações dos americanos podem significar inicio de um conflito ainda muito mais agressivo e destruidor para a população e soldados.

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

O deputado federal gaúcho Bibo Nunes apresentou ao governador Eduardo Leite, sexta-feira, o protocolo de intenções que demonstra o interesse de grupos privados russos em investir um total de R$ 3,56 bilhões na construção de um porto em Arroio do Sal, Litoral Norte do RS. O investimento, inicialmente projetado em cerca de 1 bilhão de dólares pelo secretário do Meio Ambiente, Agropecuária e Pesca de Arroio do Sal, Luis Schmidt, pode chegar a US$ 2,8 bilhões. A prefeitura já concedeu viabilidade econômica para o projeto. São necessárias outras liberações. Além dos investidores russos, há investidores brasileiros, como a Doha, com experiência em portos, o Grupo Del Rio, a IG Consultoria e a GS Business. A intenção do grupo, segundo o prefeito Bolão, é instalar a pedra fundamental da obra em março de 2020.

Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT tinha um amante

Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp