Testemunha complica situação de Lula no caso Atibaia. Recurso dele será julgado dia 26 no STF

Uma arquiteta chamada Maria Cecília de Castro (foto) ajudou a complicar ainda mais a situação do ex-presidente Lula na terceira denúncia contra ele: o caso do Sítio do Atibaia, em São Paulo.

A arquiteta disse ao juiz Sérgio Moro que foi contratada para modificar a cozinha do sítio. Ela fez o projeto, que foi apresentado à ex-primeira-dama Marisa Letícia. Mas não foi executado, porque Marisa não gostou.

O imóvel, comprado em 2010, está registrado em nome de dois sócios dos filhos de Lula, Jacó Bittar e Fernando Bittar, que pagou pelo projeto da arquiteta. A Lava jato defende que o imóvel é de Lula.

Nesta sexta-feira, a defesa do ex-presidente Lula protocolou pedido no Supremo Tribunal Federal para que a corte reveja a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que condenou Lula no mês de janeiro. O pedido dos advogados (para soltar Lula) está nas mãos do ministro Ricardo Lewandowski, que marcou o julgamento, na segunda turma, para o dia 26 deste mês.

A decisão de incluir um pedido de liberdade de Lula na sessão da Segunda Turma do Supremo do dia 26 alvoroçou empresas com peso no mercado.

Dirigentes de instituições financeiras de dentro e de fora do país acionaram contatos para especular sobre as chances de o petista sair da cadeia.

A maioria dos magistrados que vai julgar o recurso é contra prisão em segunda instância.

Isso, porém, não os impediu de, em maio, negar a soltura do ex-presidente.

No PT, a decisão foi vista como “um sopro de esperança”, mas integrantes do partido admitem que não dá para ter otimismo após as sucessivas derrotas de Lula na Justiça. 

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