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Continua crescendo as vendas de vinhos importados no Brasil

O mercado de vinhos importados no Brasil cresceu 5,7% em volume no 1º trimestre de 2019, apesar de sofrer queda de 2,1% em valor (contabilizado em dólar), de acordo com os dados de auditoria de importação da Ideal Consulting. O mercado de importados, incluindo champagne, espumantes, proseccos e vinhos, movimentou neste período US$ 67.260,00 milhões ante US$ 69.480,70 milhões no último trimestre de 2018. O Chile continua na liderança do mercado, no segmento de vinhos, apresentando aumento em volume (15,3%, 902.179,3 caixas com nove litros) e em valor (8,7%, US$ 23,885.628,9 dólar FOB), seguido de Portugal (0,9% de crescimento, 380.757, e queda de 7,8% em valor, US$ 10,297.165,3), Argentina (queda de 4,5% em volume, 296.489,9 e queda em valor, US$ 9,698.272,1), Itália (aumento de 10,1% em volume, 290.294,9 e aumento em valor de 1,1%, US$ 7,742.339,8) e França (aumente de 18% em volume, 134.267,8 e queda em valor de 12,2%,, US$ 4,723274,9).

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

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Em delação premiada, o advogado Alexandre Correa Romano, da Odebrecht, contou para a Polícia Federal como manteve tórrido romance com Gleisi num hotel de luxo dos Alpes da Suíça. Lá onde o calor dos corpos costuma afastar o frio, Gleisi Hoffmann, a senadora dos olhos verdes do PT, entregou seu coração ao amante. E Paulo Bernardo, o marido traído, ficava em Brasília, seja como ministro do Planejamento, seja ocupando a cadeira principal do Ministério das Comunicações, enquanto sua estrela predileta flutuava em na realização de suas fantasias eróticas. O jornalista Mino Pedrosa conta em detalhes escandalosos as razões que estão por trás do apelido que a Odebrecht aplicou na senadora Gleisi Hoffman No rastro do advogado Alexandre Correa Romano, a Polícia Federal encontrou um flat que era utilizado para guardar dinheiro e encontros clandestinos e amorosos. Segundo documentos da Operação Lava Jato, o flat fica na rua Jorge Chamas, 334, apartamento 44, em São Paulo. Romano recebia hósp

Russos querem mesmo construir porto em Arroio do Sal

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