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RS entra em Bandeira preta, geral e irrestrita

O colapso do sistema de Saúde no RS foi agravado por diversos fatores, como a circulação de novas cepas do vírus chinês, o aumento do número de pacientes aguardando leitos de UTI, a quantidade de pessoas com quadros semelhantes de agravamento do vírus, o crescimento do tempo de internação. É o que os médicos dizem.

Por outro lado, o governo do Estado informou, nesta sexta-feira(26) que todas as regiões do Rio Grande do Sul vão ficar em bandeira preta, ou seja, maior risco epidemiológico no modelo de Distanciamento Controlado. Além de regras mais rígidas, o modelo de cogestão, adotado entre regiões e o Estado foi suspenso por uma semana, para tentar frear o avanço da doença. Com isso, as novas regras entram em vigor no sábado, 27, e seguem até a semana seguinte.

Com a decisão, todos os protocolos deverão ser impostos, sem alteração. O governador Eduardo Leite alertou, mais uma vez, sobre a grave crise na saúde e o possível colapso no sistema, visto que a ocupação de leitos de UTI está em 91,9%, ou seja, dos 2.707 espaços no RS, 2.488 estão ocupados com pacientes de covid-19 e de outras comorbidades. Cerca de 53% das internações nos hospitais gaúchos são ocasionadas por infectados pela doença.




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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

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