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Produção de móveis no RS cresce 3,5% no semestre

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O fechamento do primeiro semestre de 2019 revela que a produção industrial de móveis no Rio Grande do Sul cresceu 3,5% no acumulado do ano em comparação ao mesmo período do ano anterior. O resultado foi superior ao registrado na indústria nacional no mesmo período, de acordo com o relatório ‘Conjuntura e comércio externo do setor de móveis no Brasil’ de julho de 2019, com dados de junho e julho, produzido pelo IEMI – Inteligência de Mercado e encomendado pela Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs). No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento da indústria gaúcha foi ainda maior, com alta de 5,3%, enquanto a indústria nacional se retraiu no mesmo período, de acordo com números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Após recuar 9,8%, somando US$ 14,6 milhões em junho, as exportações reagiram e em julho avançaram 9,2%, totalizando US$ 15,9 milhões. Os três estados da região Sul: Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná foram responsáveis por 84,7% dos valores exportados entre os estados exportadores de móveis no período. São Paulo veio logo a seguir, com 11,5% dos valores.

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Grupo Doha apresenta detalhes do porto de Arroio do Sal

Foi apresentado nesta sexta-feira(14) para um pequeno grupo de autoridades, empresários e corretores de imóveis em Arroio do Sal, o projeto de construção do novo porto marítimo do litoral norte do RS. Um grupo de investidores russos, do Grupo Doha Investimentos e Participações SA, vai construir o porto, em Arroio Seco/Arroio do Sal. Cerca de 25 mil empregos diretos e indiretos deverão ser gerados a partir da operação do porto. Os empreendedores russos têm 1 bilhão de dólares, para investir. O dinheiro já está garantido. A ideia é aproximar o comércio brasileiro da União económica euro-asiática. Um mercado comum que abrange 170 milhões de pessoas e significa um PIB da ordem dos US$ 2,2 trilhões de euros. Atualmente, a organização é composta pela Armênia, Bielorrússia, Cazaquistão, Quirguistão e Rússia. O empreendimento vai modificar sobremaneira a realidade dos municípios do litoral norte, sem contar a valorização imobiliária prevista no entorno.

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Está faltando matéria prima para as indústrias moveleiras produzirem

A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) emitiram comunicado conjunto acerca do desabastecimento de painéis de madeira para indústrias e marcenarias. A pandemia provocou paralisação do consumo doméstico da matéria prima, fazendo com que as fornecedoras buscassem o mercado externo. No entanto, com a reabertura do comércio, o ritmo de produção das indústrias de móveis brasileiras cresceu rapidamente. Resultado: Desabastecimento interno. Alta nos preços. Está faltando chapa de MDF e MDP para atender a demanda nacional. A penas no primeiro semestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2019, a exportação do MDP cru para a China registrou aumento de 700% e caso muito semelhante ocorreu com os EUA, com alta de mais de 600%. Eis a nota: A Associação Brasileira da Indústria do Mobiliário (Abimóvel) e a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), que representa a indústria de chapas de painéis, em atenção às manifestações de in