Governo de Eduardo Leite consegue aprovar todo o pacote de reforma do funcionalismo na Assembléia.

Eduardo Leite comentou processo de adesão ao Regime de Recuperação Fiscal do governo federal | Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini
Dos 7 projetos enviados para a Assembléia, 6 foram aprovados pelos deputados em sessão extraordinária na Assembleia Legislativa. Um não foi aprovado, porque o governo decidiu retirar da pauta. Ou seja o governador Eduardo Leite, deu inicio finalmente a uma reforma que ataca direto o problema histórico do RS. O alto custo da folha de pagamento que além de salários tem penduricalhos inconcebíveis pela sociedade atual. O que os funcionários públicos insistem em querer mantes, há muito tempo o cidadão não quer mais pagar. E há muito tempo, os governos fizeram vistas grossas, ao não proporem reformas.

"Essas medidas são para legado futuro. Não são para os meus quatro anos de governo. Quero deixar um legado para o próximo governo e para a população gaúcha", disse o governador para a imprensa em Porto Alegre.

Ele tem razão. Essas medidas poderão não produzir efeito no curto prazo, mas certamente no futuro todos irão lembrar o quanto foi importante essas mudanças agora.

Eduardo Leite ainda manifestou ainda o interesse em promover uma reforma tributária no Rio Grande do Sul. O projeto deve ser encaminhado à Assembleia a fim de substituir a política do governo Sartori que aumentou as taxas de ICMS. “Nós temos um esforço para aquilo que vai suceder as alíquotas majoradas que vão encerrar no final do ano”, sustentou Leite.

O novo planejamento deve estabelecer uma “menor carga tributária, mas de mais justa distribuição”, completou o governador. O Piratini deve promover, na mesma medida, a revisão dos incentivos fiscais concedidos a empresas que investem no Rio Grande do Sul.

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